HISTÓRIA

A primeira Biblioteca Pública de Tondela nasceu em 1943, altura em que a poetisa Branca de Gonta Colaço, filha de Tomás Ribeiro, manifestou o desejo de criar em Tondela uma instituição que albergasse o espólio artístico e literário da família, que fosse simultaneamente “uma casa aberta a todos os que procurassem cultivar nos livros o seu espírito”.

Para o efeito criou-se uma comissão organizadora que foi enriquecendo a instituição com donativos vários. No que diz respeito às peças artísticas destacamos as obras de arte recolhidas por intermédio de Pedro de Figueiredo e as esculturas de Ana de Gonta Colaço.

A Biblioteca-Museu Tomaz Ribeiro adotou como timbre o velho brasão concelhio “Ao ton della” e o seu “ex-libris” foi imaginado e desenhado por Pedro de Figueiredo, sendo a sua legenda “Mens agitat molem”.

Instalada de início no edifício em frente aos Paços do Concelho onde em tempos funcionaram os serviços do Registo Civil, passou depois para a sala das sessões dos Paços do Concelho. A Biblioteca Fixa da Gulbenkian criada em 1960 coexistiu com a Biblioteca-Museu no edifício da Câmara Municipal e duas décadas mais tarde passou para a Casa de Sant’Ana, mantendo-se sempre aberta ao público até à construção do atual edifício, inaugurado em Setembro de 2001, em resultado do contrato-programa firmado entre Câmara Municipal e o Instituto Português do Livro e das Bibliotecas.

Autor do Mês

Alice Vieira

ALICE VIEIRA

Alice Vieira (Alice de Jesus Vieira Vassalo Pereira da Fonseca) nasceu em Lisboa a 20 de março de 1943. Frequentou o Liceu D. Filipa de Lencastre. Licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Escritora e jornalista profissional desde 1969, colaborou desde os treze anos no jornal "Diário de Lisboa" (onde juntamente com o seu marido Mário Castrim dirigiu o suplemento "Juvenil" e "Catraio"), no "Diário Popular" e no "Diário de Notícias". Colaborou em várias revistas e programas de televisão para crianças.

É considerada uma das mais importantes escritoras portuguesas de literatura infanto-juvenil,   tendo publicado cerca de  quatro dezenas de livros infantis e vendido perto de um milhão de exemplares.  As suas obras estão traduzidas em várias línguas, como o alemão, o búlgaro, o espanhol, o galego, o catalão, o francês, o húngaro, o holandês, o russo, o italiano, o chinês, o servo-croata e o coreano. É também autora de contos, romances, crónicas e poesia para adultos.

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