«Como Brincávamos no Passado»

Exposição de Brinquedos Populares Promovida pela Biblioteca Municipal

 

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 A partir de 25 de setembro e até 7 de novembro, a Biblioteca Municipal Tomaz Ribeiro apresenta a exposição «Como Brincávamos no Passado». A inauguração aconteceu ao início da tarde de hoje e esteve a cargo da Vereadora da Educação e da Ação Social, Sofia Ferreira.

A exposição divulga conhecimentos e experiências relacionadas com a construção dos brinquedos que, há 80, 60 e 50 anos, marcaram a meninice dos rapazes e das raparigas. Mas não só. Como sublinhou a Vereadora Sofia Ferreira, «em época de COVID-19, gostaríamos que as pessoas tivessem aqui momentos de memória positivos, que recordassem as coisas com que brincavam e que caraterizaram a sua infância, as suas aldeias e as suas vivências do passado».

Os brinquedos expostos foram criados com a colaboração quer dos utentes das IPSS e dos centros de dia, quer de várias associações desportivas e recreativas do concelho, nomeadamente, o Centro de Animação Local de Mosteiro de Fráguas, o Centro de Animação Local de Nandufe, o Centro de Animação Local de Sabugosa, o Centro Paroquial de Canas de Santa Maria, o Centro Social e Paroquial de Santiago de Besteiros, o Lar da Boa Esperança (Caramulo), o Lar do Sameiro (Caramulo), o Lar da Terceira Idade (Caramulo), o Recreio do Caramulo IPSS e a Santa Casa da Misericórdia do Vale de Besteiros.

São dois os objetivos desta exposição. O primeiro é não deixar perder conhecimentos e técnicas passados de geração em geração. O segundo objetivo é dá-los a conhecer às crianças de hoje, permitindo-lhes vivenciar experiências de antigamente e, ao mesmo tempo, aprender como é possível construir brincadeiras com materiais banais do quotidiano. Trata-se, de facto, de um conhecimento valioso e daí a inclusão da exposição nas Jornadas Europeias do Património (dias 25, 26 e 27 de setembro), este ano dedicadas ao tema «Património e Educação».

Para além dos brinquedos físicos, estão em exibição vários recursos audiovisuais, recolhidos junto dos utentes das instituições participantes, onde se contam não só os «segredos» do processo de criação, mas também as memórias da infância.

Poderá visitar a exposição no edifício da Biblioteca Municipal no seguinte horário: entre as 09:00 e as 18:00 de segunda a sexta-feira e das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00 aos sábados.

O Som dos Livros - Anta da Arquinha da Moura

MTB arquinhaO último "Som dos Livros" traz-nos de um género de livro diferente daquele a que estamos mais familiarizados tratar neste programa. Trata-se, na verdade, de um registo sobre os trabalhos de pesquisa e exploração da Anta da Arquinha da Moura, realizado pela investigadora Ana Maria C. Leite Cunha.

Pela voz de Jorge Arrais, técnico do Gabinete de Arqueologia e Património Cultural do Município de Tondela, em conversa Ruben Marques do Museu Terras de Besteiros, ficamos a saber que a Anta da Arquinha da Moura é um dos monumentos megaliticos mais importantes da região. Entre as explicações que nos vai dando lembra que está considerado como Imóvel de Interesse Público.

Trata-se de um monumento megalítico de câmara e corredor diferenciado em planta e alçado. A primeira é constituída por sete esteios, sendo que quatro deles apresentam pinturas (dois destes apenas têm vestígios das mesmas), de carácter esquemático e naturalista.

217260-217720071576172-4496158-nO corredor é constituído por 5 esteios no lado Sul e teria outros tantos no lado norte, pese o facto de aqui lhe faltar um deles. A entrada da câmara seria marcada por dois pilares, faltando um deles.

16A mamoa que envolve esta estrutura é de planta elíptica, medindo 27 metros no sentido E-W e 20 no sentido N-S.

Entre o seu espólio, contam-se inúmeros fragmentos de cerâmica referentes, quer à utilização inicial do monumento, como à sua posterior reutilização campaniforme. O mesmo se poderá dizer dos objectos líticos lascados e polidos que aí se identificaram. A construção da anta terá ocorrido durante o III milénio a.C.

Toda esta e outra informação pode ser encontrada no Museu Terras de Besteiros, incluindo os seguintes registos escritos:

  • CUNHA, Ana Maria Cameirão Leite da, Pinturas rupestres na anta da Arquinha da Moura (conc. de Tondela, Viseu): notícia preliminar, Estudos Pré-Históricos, Viseu 1, 1993-p. 83-95.
  • SILVA, Ana Maria, Os restos humanos exumados da Anta da Arquinha da Moura (Tondela, Viseu), Estudos Pré-Históricos, Viseu 3, 1995-p. 141-150.
  • CUNHA, Ana Maria Cameirão Leite da, Um dólmen pintado português, anta da Arquinha da Moura, Archéologia, Dijon. 304, 1994-p. 50-53.

Ouça este e outros episódios acedendo ao menu PROJETOS » O SOM DOS LIVROS

José Jorge Letria no Som dos Livros

LaurafranciscoA Daniela, a Laura e o Francisco, confinados em cada uma das suas casas, são os autores d'O Som dos Livros desta semana. Andam no 6º ano, da Escola Básica do Caramulo, que pertende ao Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro e como têm em comum o facto de gostarem de ler, decidiram apresentar-nos três livros diferentes do mesmo autor - José Jorge Letria.

A Daniela leu-nos um pouco do livro "Os Cúmulos". Neste livro estão reunidos os mais divertidos e absurdos Cúmulos que o José Jorge Letria conseguiu inventar ou recuperar. As crianças vão soltar gargalhadas com a leitura destes cúmulos. José Jorge Letria é um autor de referência na literatura infantil e as engraçadas ilustrações de José Miguel Ribeiro contribuem ainda mais para a alegria que reina ao longo de todas as páginas deste livro. A primeira edição deste título, publicada pela AMBAR em 2002, foi um grande sucesso.

DanielaSeguidamente, a Laura trouxe-nos o poema "A Banda dos Animais" onde ficamos a conhecer os nomes comuns coletivos dos animais.

A terminar e lembrando que estamos em semana onde se assinala o 25 de abril, o Francisco leu-nos o texto "Era uma vez um cravo". “Era Uma Vez Um Cravo” é um livro escrito por José Jorge Letria sob a forma de um poema. Conta a história de um cravo na manhã do dia 25 de Abril de 1974. Uma florista ofereceu-o a um militar que passou pela frente da loja dela. Pô-lo na sua espingarda. Há muitos desenhos da vida lisboeta na madrugada da revolução: as praças, as pessoas com penteados e roupas típicas dos anos setenta… Mas até para mim, um cidadão de um outro país, o poema deu-me um sentido de emoções do povo: a alegria, o orgulho, o alívio de serem libertados enfim.

Resta-nos dizer que podem escutar o programa clicando AQUI»

Se quiserem, também podem escutar os restantes programas clicando AQUI»

Biblioteca Municipal de Tondela entrega livros em casa gratuitamente

P4170012-4A Biblioteca Municipal de Tondela criou um serviço de entrega gratuita ao domicílio de Livros e DVDs para todo o concelho, em virtude da conjuntura atual que se atravessa devido à COVID-19.

P4170005 ftEste serviço permitirá aos munícipes receber o seu livro ou DVD preferido no conforto da sua casa, sendo a entrega feita pelos técnicos do Município de Tondela com todos os cuidados de higienização.

O leitor poderá ficar com o livro/DVD durante um período de 30 dias, devendo, posteriormente, proceder à sua entrega pela mesma via (o técnico recolhe no domicílio) ou diretamente na Biblioteca Municipal de Tondela caso esta, entretanto, reabra.

Para requisitar online, bastará ir ao portal da Rede de Bibliotecas de Tondela (http://rbt.cm-tondela.pt) e aceder ao CATÁLOGO online, onde poderá escolher as obras e fazer a sua requisição.

Em alternativa, também poderá contactar os serviços da Biblioteca Municipal de Tondela pelo e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou pelo telefone 232 811 128.

Som dos Livros - Se eu Fosse Muito Forte

daniela fernandes"Se eu fosse muito forte", da autoria de António Mota, é o conto que esta semana nos é apresentado no programa "O Som dos Livros". A produção do programa coube à Daniela Fernandes, professora de Expressão Dramática atualmente a dar aulas no Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro.

Se eu fosse muito forte convida o leitor a entrar num mundo de fantasia, onde as situações hilariantes apresentadas potenciam o estímulo para a sua própria imaginação. Do ponto de vista literário, o autor apresenta-nos um texto poético onde cada frase parte de uma hipótese, levando-a até aos limites da realidade, levando o pequeno leitor a concluir que a imaginação é tão ilimitada como o sonho...Se eu fosse muito forte...Podia nadar horas e horas no alto mar e ajudar a salvar as baleias bebés feridas pelos homens.

O autor dispensa apresentações, mas dos seus livros vale sempre a pena falar. Já estão no mercado mais dois volumes da Colecção "Se Eu Fosse", de António Mota, dois pequenos livros que promovem, a brincar, ideias sérias como a aceitação das diferenças e o respeito pela individualidade de cada um.

Se Eu Fosse Muito Forte e Se Eu Fosse Muito Pequenino têm a genialidade das coisas simples. São livros plenos de sensibilidade, com ideias divertidas e simultaneamente profundas sobre a tolerância e a convivência entre as pessoas.

As ilustrações de Rui Castro, audazes e cheias de ternura, ajudam à compreensão da mensagem - cada um de nós é um ser único e a diferença deve ser celebrada. Para crianças que um dia serão adultos excepcionais.

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