Alunos da EB Caramulo no Som dos Livros

fotoMesmo em confinamento, o André, o Filie e o Tomás participaram, esta semana, na rubrica "O Som dos Livros".
 
Os três colegas são alunos da turma C do 6º ano da Escola Básica do Caramulo, que pertende ao Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro.
 
Cada um em sua casa, os alunos leram alguns poemas do livro POEMAS PROBLEMAS, da autora Renata Bueno e ainda UM AMIGO de Leif Kristiansson e traduzido pela nossa ilustre Sophia de Mello Breyner Andresen.
 
Os nossos grandes locutores, André, Filipe e Tomás, estiveram muito bem no desempenho das suas funções, resultando num bonito momento de rádio. Muitos parabéns! À mãe do Tomás, a Sr.ª Filomena, também fica o nosso muito obrigada, pelo apoio que deu ao filho na gravação da emissão.
 
Podem ouvir esta e outras emissões no menu PROJETOS » O SOM DOS LIVROS»

Campo de Besteiros n'O Som dos Livros

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Cinco colegas da turma do 6ºB da Escola Báscia de Campo de Besteiros, com a ajuda do Professor Luís Café, são os autores da primeira rubrica d'O Som dos Livros de 2021.

Beatriz Simões, Diana Pacheco, Inês Viana, Inês Pereira e Mariana Ortegas trazem-nos um programa sobre uma temática essencial: o Mar. Relembram que a sua escola é uma instituição com bandeira Escola Azul, distinção atribuida a escolas que se preocupam com a proteção do ambiente. 

O livro que escolheram para nos apresentar hoje é "A Gotinha Salva o Mar" da autoria de Rita Duarte e ilustrações Carla Bernardo.

Ouçam este e outros podcasts no separador PROJETOS » O SOM DOS LIVROS

Parabéns às alunas e ao professor.

 

«Como Brincávamos no Passado»

Exposição de Brinquedos Populares Promovida pela Biblioteca Municipal

 

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 A partir de 25 de setembro e até 7 de novembro, a Biblioteca Municipal Tomaz Ribeiro apresenta a exposição «Como Brincávamos no Passado». A inauguração aconteceu ao início da tarde de hoje e esteve a cargo da Vereadora da Educação e da Ação Social, Sofia Ferreira.

A exposição divulga conhecimentos e experiências relacionadas com a construção dos brinquedos que, há 80, 60 e 50 anos, marcaram a meninice dos rapazes e das raparigas. Mas não só. Como sublinhou a Vereadora Sofia Ferreira, «em época de COVID-19, gostaríamos que as pessoas tivessem aqui momentos de memória positivos, que recordassem as coisas com que brincavam e que caraterizaram a sua infância, as suas aldeias e as suas vivências do passado».

Os brinquedos expostos foram criados com a colaboração quer dos utentes das IPSS e dos centros de dia, quer de várias associações desportivas e recreativas do concelho, nomeadamente, o Centro de Animação Local de Mosteiro de Fráguas, o Centro de Animação Local de Nandufe, o Centro de Animação Local de Sabugosa, o Centro Paroquial de Canas de Santa Maria, o Centro Social e Paroquial de Santiago de Besteiros, o Lar da Boa Esperança (Caramulo), o Lar do Sameiro (Caramulo), o Lar da Terceira Idade (Caramulo), o Recreio do Caramulo IPSS e a Santa Casa da Misericórdia do Vale de Besteiros.

São dois os objetivos desta exposição. O primeiro é não deixar perder conhecimentos e técnicas passados de geração em geração. O segundo objetivo é dá-los a conhecer às crianças de hoje, permitindo-lhes vivenciar experiências de antigamente e, ao mesmo tempo, aprender como é possível construir brincadeiras com materiais banais do quotidiano. Trata-se, de facto, de um conhecimento valioso e daí a inclusão da exposição nas Jornadas Europeias do Património (dias 25, 26 e 27 de setembro), este ano dedicadas ao tema «Património e Educação».

Para além dos brinquedos físicos, estão em exibição vários recursos audiovisuais, recolhidos junto dos utentes das instituições participantes, onde se contam não só os «segredos» do processo de criação, mas também as memórias da infância.

Poderá visitar a exposição no edifício da Biblioteca Municipal no seguinte horário: entre as 09:00 e as 18:00 de segunda a sexta-feira e das 09:30 às 12:30 e das 14:00 às 18:00 aos sábados.

O Som dos Livros - Anta da Arquinha da Moura

MTB arquinhaO último "Som dos Livros" traz-nos de um género de livro diferente daquele a que estamos mais familiarizados tratar neste programa. Trata-se, na verdade, de um registo sobre os trabalhos de pesquisa e exploração da Anta da Arquinha da Moura, realizado pela investigadora Ana Maria C. Leite Cunha.

Pela voz de Jorge Arrais, técnico do Gabinete de Arqueologia e Património Cultural do Município de Tondela, em conversa Ruben Marques do Museu Terras de Besteiros, ficamos a saber que a Anta da Arquinha da Moura é um dos monumentos megaliticos mais importantes da região. Entre as explicações que nos vai dando lembra que está considerado como Imóvel de Interesse Público.

Trata-se de um monumento megalítico de câmara e corredor diferenciado em planta e alçado. A primeira é constituída por sete esteios, sendo que quatro deles apresentam pinturas (dois destes apenas têm vestígios das mesmas), de carácter esquemático e naturalista.

217260-217720071576172-4496158-nO corredor é constituído por 5 esteios no lado Sul e teria outros tantos no lado norte, pese o facto de aqui lhe faltar um deles. A entrada da câmara seria marcada por dois pilares, faltando um deles.

16A mamoa que envolve esta estrutura é de planta elíptica, medindo 27 metros no sentido E-W e 20 no sentido N-S.

Entre o seu espólio, contam-se inúmeros fragmentos de cerâmica referentes, quer à utilização inicial do monumento, como à sua posterior reutilização campaniforme. O mesmo se poderá dizer dos objectos líticos lascados e polidos que aí se identificaram. A construção da anta terá ocorrido durante o III milénio a.C.

Toda esta e outra informação pode ser encontrada no Museu Terras de Besteiros, incluindo os seguintes registos escritos:

  • CUNHA, Ana Maria Cameirão Leite da, Pinturas rupestres na anta da Arquinha da Moura (conc. de Tondela, Viseu): notícia preliminar, Estudos Pré-Históricos, Viseu 1, 1993-p. 83-95.
  • SILVA, Ana Maria, Os restos humanos exumados da Anta da Arquinha da Moura (Tondela, Viseu), Estudos Pré-Históricos, Viseu 3, 1995-p. 141-150.
  • CUNHA, Ana Maria Cameirão Leite da, Um dólmen pintado português, anta da Arquinha da Moura, Archéologia, Dijon. 304, 1994-p. 50-53.

Ouça este e outros episódios acedendo ao menu PROJETOS » O SOM DOS LIVROS

José Jorge Letria no Som dos Livros

LaurafranciscoA Daniela, a Laura e o Francisco, confinados em cada uma das suas casas, são os autores d'O Som dos Livros desta semana. Andam no 6º ano, da Escola Básica do Caramulo, que pertende ao Agrupamento de Escolas de Tondela Tomaz Ribeiro e como têm em comum o facto de gostarem de ler, decidiram apresentar-nos três livros diferentes do mesmo autor - José Jorge Letria.

A Daniela leu-nos um pouco do livro "Os Cúmulos". Neste livro estão reunidos os mais divertidos e absurdos Cúmulos que o José Jorge Letria conseguiu inventar ou recuperar. As crianças vão soltar gargalhadas com a leitura destes cúmulos. José Jorge Letria é um autor de referência na literatura infantil e as engraçadas ilustrações de José Miguel Ribeiro contribuem ainda mais para a alegria que reina ao longo de todas as páginas deste livro. A primeira edição deste título, publicada pela AMBAR em 2002, foi um grande sucesso.

DanielaSeguidamente, a Laura trouxe-nos o poema "A Banda dos Animais" onde ficamos a conhecer os nomes comuns coletivos dos animais.

A terminar e lembrando que estamos em semana onde se assinala o 25 de abril, o Francisco leu-nos o texto "Era uma vez um cravo". “Era Uma Vez Um Cravo” é um livro escrito por José Jorge Letria sob a forma de um poema. Conta a história de um cravo na manhã do dia 25 de Abril de 1974. Uma florista ofereceu-o a um militar que passou pela frente da loja dela. Pô-lo na sua espingarda. Há muitos desenhos da vida lisboeta na madrugada da revolução: as praças, as pessoas com penteados e roupas típicas dos anos setenta… Mas até para mim, um cidadão de um outro país, o poema deu-me um sentido de emoções do povo: a alegria, o orgulho, o alívio de serem libertados enfim.

Resta-nos dizer que podem escutar o programa clicando AQUI»

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